Publicado por: blogdamariazinha | 08/02/2010

Samba de uma desorganização só

O Carnaval de Vitória não para de crescer. Ano após ano, desde a reorganização do evento e a mudança da data, quando o prefeito era Luiz Paulo Vellozo Lucas, essa vinha sendo uma constante.

Esse ano, no entanto, o samba desandou. A desorganização foi grande.

Basicamente tivemos o problema da troca da ordem do desfile e o correspondente atraso, desorganização administrativa na emissão de credenciais de convidados e jornalistas e no funcionamento dos banheiros.

Evidente que o grande problema foi a questão do estacionamento dos carros alegóricos e tudo que daí derivou.

O objetivo aqui não é, nesse momento, o de buscar responsáveis, mas, de todo modo, a Liga de Escolas de Samba e a Prefeitura Municipal de Vitória precisam se entender e organizar o evento.

Evidente que carnaval é emoção, alegria, envolvimento, participação, mas é, cada vez mais, um grande e rentável negócio que precisa ser tratado com profissionalismo.

Tratar o carnaval com profissionalismo significa ter planejamento, organização, metas e, fundamentalmente, respeito ao público.

Só assim poderemos fazer o carnaval de Vitória crescer e continuar ganhando tantos adeptos e foliões como desde o fins dos anos 90.

Preocupa-me, com certeza, declaração de uma turista do norte do Estado do Rio de Janeiro que, pela primeira vez em nosso carnaval, disse que não volta mais. Sabe-se lá qual a repercussão que todo o imbroglio teve junto aos turistas que aqui estavam.

Para o Carnaval de Vitória crescer, com toda a certeza, episódios como esse não podem se repetir, é o mínimo que se espera da Liga e da Prefeitura de Vitória.

Publicado por: blogdamariazinha | 08/02/2010

PT faz 30 anos, há o que comemorar?

O PT acabou servindo apenas de escada para Lula e seus asseclas. O resto da "galera" ficou com algumas migalhas ou grande decepção.

 

Descobri hoje ao ler a coluna do jornalista Fernando Rodrigues, no jornal A Tribuna, que o Partido dos Trabalhadores (PT) irá fazer 30 anos esse mês. Fazia certa confusão se o PT havia sido criado em 1978, 1979 ou 1980.

O PT pelo que li, aqui ou ali, foi fundado, basicamente, pela junção de três grupos: sindicalistas do ABC (de onde sai Lula), membros da Igreja Católica, em especial de suas comunidades eclesiais de base, e o pessoal da esquerda armada.

É dessa estranha coligação entre sindicalistas pragmáticos, mesmo que radicalizados, moralistas preocupados com a fome do povo e ateus pregando a revolução que surge o PT.

Inicialmente parecia que o Partido ocuparia o lugar da extrema esquerda no espectro político brasileiro. Lembro-me bem das eleições de 1982 quando aqueles barbudos apareciam na TV com a boca vendada em protesto contra a Lei Falcão, que regulava as eleições na época.

Com o passar dos anos o PT foi pragmaticamente se movendo para um lugar menos a esquerda na política nacional.

O PT, no entanto, nunca conseguiu vencer dois males de origem: o golpismo e o autoritarismo. Isso fica evidente em todas as administrações que se pode acompanhar Brasil afora. São eles sempre os melhores, tudo se justifica quando estão no poder. Já os opositores são sempre os piores e nada que fazem pode ou deve dar certo.

Não por outra razão se negaram a assinar a Constituição de 1988, Lula inclusive, e denunciaram o Plano Real, Lula mais de uma vez, como mais um plano de estabilização econômica destinado ao fracaso.

Em que pese ter colaborado com a democratização do Brasil por meio da organização da sociedade, como destaca o jornalista Fernandes Rodrigues, sempre usaram e abusaram dessas organizações apenas para os seus fins políticos e eleitorais. Assim, por sinal, continuam a fazer até os dias de hoje.

Ao se fazer um balanço, portanto, desses trinta anos o saldo, ao meu juízo, é mais que negativo, pois além dos desmandos do governo Lula – como o Mensalão, por exemplo – vê-se que o Partido, como instituição que é, nunca teve um projeto de desenvolvimento para o país, o projeto sempre foi Lula. Não por causa disso é possível afirmar que, uma vez que saia do poder, seja em 2011, se os brasileiros quiserem, seja em futuro próximo, o Partido dos Trabalhadores acabou, o que existe hoje é o Partido do Lula e seus asseclas, que nada mais faz que obedecer o Grande Timoneiro em todas as suas decisões e interesses. 

Publicado por: blogdamariazinha | 07/02/2010

Cidades do Mundo – Moscou – A Praça Vermelha

“Praca Vermelha – Moscou, por varios angulos” – www.franciscosimone.com.br

Publicado por: blogdamariazinha | 07/02/2010

Cidades do Mundo – Moscou – algumas imagens

O Kremlin é a construção que domina - literal e politicamente - a cidade. Na Praça Vermelha além dele outras lindas construções e o Mausoléu de Lênin, que, apesar do fim da União Soviética, continua lá.

 

A Catedral de São Basílio é de beleza inigualável. Conta a lenda ou a história, não tenho certeza se de fato é informação real, que o Czar da época da construção depois que acabaram os trabalhos mandou cegar o responsável pela obra para ele não fazer outra igual em lugar algum.

 

Na Praça Vermelha - em frente ao Kremlin - fica o Mausoléu de Lênin, onde está lá, ainda hoje, embalsamado o corpo do líder da Revolução de Outubro de 1917.

 

Apenas uma foto de uma estação do Metrô - a Komsomolskaya - para as pessoas poderem perceber a beleza da obra.

Publicado por: blogdamariazinha | 07/02/2010

Cidades do Mundo – Moscou – dois mapas

Moscou é uma belíssima e revivida cidade russa, além, claro, de ser sua capital. Vale uma ou mais visitas.

O metrô mais lindo do mundo. Várias de suas estações são verdadeiras obras de arte. Um dia passeando pelo metrô é como um dia num museu de arte. Não deixe de conferir se for a Moscou.

Publicado por: blogdamariazinha | 07/02/2010

Cidades do Mundo – Moscou – Informações da Wikipédia

Moscou ou Moscovo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Moscovo (português europeu) ou Moscou (português brasileiro) (em em russo: Москва, transl. “Moskva”, lido Maskvá) é a maior cidade e a capital da Rússia. Tem cerca de 12,2 milhões de habitantes na sua área metropolitana, o que a torna a maior da Europa em termos populacionais.

Moscovo é, além da capital administrativa do país, a capital financeira (onde as bolsas estão cotadas no RTSI – Bolsa de Moscovo), educacional e judicial. É um exemplo de um governo centralizado numa capital.

Além do poder político, Moscovo é a cidade onde reside o “centro” da Igreja Ortodoxa Russa.

É mundialmente conhecida pelos seus monumentos, como o Kremlin e a Catedral de São Basílio, pela Universidade Estatal de Moscovo, pela grande quantidade de lojas e centros comerciais e pelo grande património cultural.

Um outro ex-libris de Moscovo em termos de mobilidade é a sua enorme linha de metro com cerca de 278,8 km e que está em constante crescimento. Este metro possui em praticamente toda a sua linha imagens da era soviética.

História

Fundação

A primeira referência à cidade data de 1147 quando Yuri Dolgoruki convidou o príncipe de Novgorod para ir ter com ele a Moscovo (Vem comigo, irmão, a Moscovo). O encontro foi a 4 de Abril de 1147. A cidade estava em festa; os príncipes das zonas vizinhas ofereciam presentes uns aos outros e concordavam num acordo de cooperação mútua. Nove anos mais tarde, Yuri Dolgurki manda construir uma muralha de madeira, que foi sendo constantemente reconstruída, para envolver e proteger a cidade que então estava a ser erigida dados aos conflitos entre Dolgoruky e o príncipe de Chernigov. A cidade era um ponto estratégico para os príncipes de Vladimir-Suzdal. O rio Volga também tinha grande influência nas trocas comerciais entre a cidade e os restantes principados, bem como outros reinos; a prova disso são moedas árabes encontradas na cidade.

Na altura, Moscovo era mais uma cidade administrativa do que comercial, dado que a população que ali vivia era sobretudo camponesa. Nos anos seguintes, a cidade viria a ter metalúrgicos e pessoas ligadas aos artesãos. O rio Volga, o seu ponto estratégico e a crescente populações fizeram Moscovo crescer nos séculos XII e XIII..[1]

Era medieval

No Inverno de 1278, os mongóis capturaram a cidade e assassinaram o comandante da armada, bem como praticamente toda a população. Estes saques (ligados directamente à história da Rússia) provocaram o desaire do território russo. Porém, os moscovitas puderam regressar às suas casas expulsando os inimigos. Mas, ao contrário do que se passava na cidade, o resto do Sul do território fora totalmente destruído. Muitas cidades não se recuperaram, provocando grandes vagas de imigração a Norte. Isto influenciou a cidade, que com isso viu a sua população crescer.

Depois dos saques e das carnificinas provocados pelos tártaros, Moscovo volta a se recuperar e, em 1327, passou a ser capital de um principado: o Grão-Ducado de Moscovo. A sua boa localização em relação ao rio Volga permitiu um crescimento estável, atraindo milhares de refugiados provenientes de todo o território russo devido às grandes invasões dos tártaros.

Sob o poder de Ivan I da Rússia, Moscovo substituiu Tver, que era capital do Principado de Vladimir-Suzdal. A partir daí, Moscovo cresce a uma velocidade ainda maior. Ao contrário dos outros principados do mundo, este não era dividido em zonas para serem governadas pelos filhos mas sim “herdada” inteiramente pelos descendentes.

Em 1380, Dmitry Donskoy, príncipe de Moscovo, ganhou uma importante batalha que permitiu acabar com o poder dos tártaros: a batalha de Kulikovo. Com isso, a Rússia, através de Moscovo, torna-se livre de todo o domínio dos tártaros.

A cidade torna-se um grande centro de poder e, com o passar dos anos, Moscovo ascende a uma capital de um grande império que viria a ter uma grande notoriedade no mundo.

Com isto, Kiev perde o seu estatuto de poder que antes tivera com o Principado de Kiev.

Século XVII: a passagem do poder a São Petersburgo

O século XVII foi marcado por um grande crescimento populacional e por certas revoluções como o fim da invasão lituano-polaca em 1612 e a revolta de Moscovo em 1682.

Deixa de ser capital em 1712 após Pedro, o Grande ter fundado São Petersburgo junto do Báltico, em 1703. As razões foram o contacto com o mar que São Petersburgo permitia, a localização estratégica para as trocas comerciais e defesa da Rússia.

1812

O ano de 1812 é sem dúvida a data mais conhecida da História da Rússia, pois marca a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte. Ao saber que Napoleão chegara às fronteiras da Rússia, os moscovitas elaboraram uma emboscada previamente definida. Quando os franceses chegaram à cidade (14 de Setembro de 1812), o seu grande exército encontra uma cidade abandonada e completamente queimada.

Sem nada para comer e com o terrível frio russo, as tropas viram-se obrigadas a bater em retirada; 90% morrem no regresso a França e Napoleão é perseguido pelos russos.

Este acontecimento é dramatizado na obra de Leon Tolstoi, Guerra e Paz, e Tchaikovsky compôs uma música a retratar todos estes acontecimentos: a Abertura 1812 com carrilhão e canhões.

Depois de 1812, Moscovo continua a crescer a um ritmo bastante elevado. Em 1918, durante a Guerra civil Russa, Moscovo serviu de quartel-general do Exército Vermelho: 25 batalhões são formados juntamente com quatro regimentos de engenharia totalizando um número aproximado de 178.500 soldados. Com o grande feito da Revolução Russa de 1917, a cidade torna-se capital da União Soviética em 12 de Março de 1918.

Moscovo na Segunda Guerra Mundial

A cidade volta a ser atacada, desta vez pela Alemanha Nazi durante a Grande Guerra Patrótica, como é conhecida a Segunda Guerra Mundial na Rússia, em Novembro de 1941. Moscovo é evacuada e decretada como campo de batalha. Foram construídas armas antitanques, enquanto a cidade era bombardeada.

Nessa altura, e devido aos riscos, Estaline é aconselhado a abandonar a cidade e a evacuar a restante população que ficara obrigatoriamente. Proposta esta, recusada.

Além do mais, a população continuou a construção do metro iniciada em 1930 e, por mais paradoxal que seja, os bombardeamentos beneficiaram a expansão das linhas.

Em 1980, Moscovo recebe os Jogos Olímpicos, que foram boicotados pelos Estados Unidos da América e outras nações ocidentais como protesto contra a Invasão soviética do Afeganistão.

Fim da União Soviética e Moscovo no século XXI

Em 1991, a URSS é dissolvida e, com Boris Yeltsin, Moscovo cresce exponencialmente. A cidade passa então a capital da Federação Russa, onde fica o poder central, a Duma.

No fim da década de 1990, a cidade cresce, moderniza a sua arquitectura (embora o Presidente da Câmara tenha sido muito criticado por descurar e demolir edifícios históricos em detrimento de arranha-céus) e aumenta a sua linha de metro.

Moscovo transforma-se numa cidade cosmopolita cheia de história, cultura e vivacidade, mas também com problemas como o crime organizado e a pobreza.

Sistema político local

Moscovo é o centro do poder da Rússia. No centro de Moscovo, designado de Okrug Central Administrativo, está localizado o Kremlin. Dentro dele está a residência oficial do Presidente da Rússia bem como muitos quartéis militares. Dentro dele também está o centro Militar de Moscovo. A maioria das representações estrangeiras na Rússia estão localizadas em Moscovo, facilitando o acesso à obtenção de vistos pelas pessoas junto às embaixadas.

A cidade de Moscovo é governada por um presidente do município. O actual é Yuriy Luzkhov.

Moscovo é dividida em 10 distritos administrativos e em 123 sub-distritos administrativos (muito similar a Viena).

Todos os distritos possuem o seu brasão, bandeira e políticos eleitos por voto. E mais, praticamente todos os distritos possuem a sua emissora de televisão.

Clima

Com clima influenciado pela corrente fria proveniente da Sibéria, possui invernos rigorosos, com temperaturas de até -12 °C, e Verões amenos e breves, entre os 18 e os 22 °C. Moscou tem uma temperatura média anual de 7 °C, sendo o mês mais quente Julho, com média de 18 °C e o mais frio Janeiro, com média de -9 °C.

Cultura

Moscovo sedia o famoso Teatro Bolshoi, reconhecido no mundo inteiro como uma das melhores companhias de balé e ópera.

Economia

A indústria de Moscovo é muito variada, sendo de destacar a indústria alimentar, a da imprensa e de reparação de equipamentos ferroviários. Possui também indústrias de aeronáutica, aço, equipamentos eléctricos, instrumentos de precisão, química, têxtil, calçado, mobiliário e de armamento.

Evolução da população

Ver artigo principal: Demografia de Moscovo

A população de Moscovo cresceu bastante nos finais do século XIX. Muitos dos novos habitantes eram descendentes de antigos servos, libertados com o fim do Kreopostnoje Pravo. Entre as famílias que foram viver para Moscovo encontra-se a de Anton Pavlovitch Tchékhov, oriunda de Taganrog.

 Transportes

Referências

  1. História de Moscovo: Antiguidade[1]
  2. 2,0 2,1 Foreign relations of Moscow
  3. Moscow and Rejkjavik sister cities. . Retrieved on 2008-03-11
  4. Twinning Cities: International Relations. Municipality of Tirana. www.tirana.gov.al. Retrieved on 2008-01-25.
Publicado por: blogdamariazinha | 06/02/2010

Troféu Mambembe da Semana – O preconceito do general

O Troféu Mambembe da Semana não poderia deixar de ser dado para o general que, em audiência para sabatina sobre vaga no STM, demonstrou enorme preconceito contra os homossexuais, o que, além de tudo o mais (e põe mais nisso) é inconstitucional.

Com pouco mais de dez anos no país, os medicamentos genéricos são uma grande vitória da cidadania e da economia popular em nosso país. Como li em uma propaganda uma vez "a saúde não tem que ser cara, tem que ser boa". Os genéricos são.

O governo Lula, agora, quer nos fazer acreditar que os franceses vão nos dar um desconto de 2 bilhões de dólares ao nos vender os 36 caças Rafale por 6,2 bilhões. Os caças suecos - de manutenção mais barata - custariam 4,5 bilhões e, inclusive, foram indicados pelo relatório técnico da Aeronáutica.

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