Publicado por: blogdamariazinha | 02/08/2012

TCU desfaz vergonhosa decisão da sua Ministra Ana Arraes, mãe do governador de Pernambuco, Eduardo Campos, no caso do Mensalão

Ai estão a senhora Dilma Rousseff e sua amiga Ana Arraes. Vergonhosa decisão da Ministra do TCU, Ana Arraes, amparada em lei que foi proposta pelo senhor José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça de Dilma, queria ajudar na defesa dos acusados do Mensalão.

O Tribunal de Contas da União (TCU), diante de recurso do Ministério Público Federal (MPF), voltou atrás em sua decisão de considerar regular o contrato entre o Banco do Brasil e a agência de publicidade DNA, do senhor Marcos Valério (aquele do Mensalão).

A vergonhosa decisão de tonar legal o absurdo foi tomada pela senhora Ana Arraes, Ministra do TCU e mãe do governador de Pernambuco Eduardo Campos. Podemos todos perguntar se esse não foi o preço de sua escolha para tão importante cargo. Isso a senhora Arraes terá, claro, que explicar à sociedade brasileira.

A senhora Ana Arraes usou como base a Lei 12.262, apresentada, como projeto, pelo então deputado federal petista José Eduardo Cardozo, hoje Ministro da Justiça do governo Dilma Rousseff.

A lei trata das regras para a licitação e contratação dos serviços de publicidade prestados por intermédio de agência de propaganda e estabelece, entre outrs coisas, que as agências que prestam serviços ao governo não são obrigadas a repassar ao mesmo eventuais “incentivos” concedidos pelos veículos de comunicação quando da publicação de algum material.

A lei é de 2010, sendo aprovada, portanto, ainda na gestão Lula e depois de todo o conhecimento do caso do Mensalão. O senhor Cardozo, ministro da Justiça, também precisa explicar isso. Será que ele não percebeu o que estava propiciando?

De todo modo, essa decisão que reestabeleceu o princípio da moralidade vem em boa hora, no dia anterior ao julgamento do Mensalão ter início. Com toda certeza a defesa do senhor Marcos Valério e outros envolvidos no Mensalão iria utilizar esse fato em sua defesa.

Justificava-se, assim, uma coisa que, como mostram as evidências, tinha claro intuito de promover lavagem de dinheiro para distribuição entre os envolvidos no corrupto esquema do Mensalão. Vamos ver que outras armadilhas esses cidadãos ainda guardam para tentar evitar e postergar a condenação de, ao menos, alguns – espero que vários – dos 38 acusados.


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