Publicado por: blogdamariazinha | 20/06/2012

A turma de Lula

Nesse caso acho que não é preciso dizer mais nada.

O senhor Luís Inácio Lula da Silva a cada episódio político que se envolve mostra a degradação explícita de seu comportamento público.

Sentindo-se como um inatingível semideus o senhor Lula da Silva, “blindado” pela bajulação e a impunidade, segue despedaçando – aos poucos e continuamente – todos os padrões da moralidade política em nosso país.

Os seus últimos episódios – com Gilmar Mendes e com Paulo Maluf – mostram seguidamente o desprezo pelas instituições, no primeiro caso, e os valores republicanos – no segundo caso.

Isso, evidentemente, não é novo. Ao longo dos anos – marcado por César Benjamin lá no já distante ano de 1994, em Congresso Nacional do PT aqui no Espírito Santo – o “ovo da serpente” lulopetista foi se revelando.

Depois que conseguiu ganhar as eleições para a presidência da República em 2002 e assumir o cargo em 2003 o senhor Lula da Silva foi perdendo qualquer freio que limitasse sua atuação, valores as favas foi o que deve ter pensado e o que, na prática, começou a praticar.

A partir de sua salvação – impune, diga-se – no episódio do Mensalão, depois, mais uma vez, com o episódio do dossiê dos aloprados e, por fim, com as mentiras e despautérios que contou e afirmou ao longo de seu mandato – sempre com aquele mantra do “nunca antes na história desse país …” – para os cidadãos brasileiros, sentiu-se um ungido, todo poderoso, “um filho do Brasil” é na verdade uma inversão do que ele se sente que é como “um pai” ou talvez, e ainda pior, “um dono do Brasil”.

Para que a sua garantia de mando sobre esse quinhão de terra não seja de modo algum questionada, o senhor Lula da Silva foi aos poucos montando uma “turma da pesada”. Começou com José Dirceu, Antônio Palocci, José Genoíno e outros petistas “menores”, depois a turma foi se ampliando com a entrada de José Sarney, Fernando Collor, Jader Barbalho, Renan Calheiros, Romero Jucá e, agora, finalmente, Paulo Salim Maluf.

Para o senhor Lula isso não significa nada, para ele – pessoa sem princípio algum – fazer política significa fazer tudo o que for possível para se garantir no poder, afinal ele não quer deixar, de jeito algum de mandar nesse pedaço de terra chamado Brasil que ele pensa ter reinventado. Para isso vale se aliar a qualquer um.

Os fins, para Lula, com certeza, justificam os meios. Uma vergonha.


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