Publicado por: blogdamariazinha | 10/05/2012

Os subservientes ou Os subjugados: alguns pensamentos sobre a eleição de 2012 em Vitória

Subservientes e subjugados inúmeros meninos de recado ficam aí tentando criar fatos para impedir a democracia e a livre expressão da vontade dos eleitores. Perguntemos a todos – subservientes, subjugados e seus chefes – qual é o problema de permitir aos eleitores a livre escolha por parte dos eleitores;

O Dicionário on line de português define subserviente como adj. Servil, que serve às ordens de outrem.
Bajulador, condescendente. (http://www.dicio.com.br/subserviente/), já subjugado é definido como subjugado adj (part de subjugar) 1 Que se subjugou; submetido pela força; domado, dominado. 2 Que vive debaixo de jugo; conquistado. (http://www.dicio.com.br/subjugado/).

Esse é o espetáculo deprimente que estamos assistindo no processo pré-eleitoral na cidade de Vitória.

A cada dia aparece um subserviente ou subjugado para declarar que a eleição de Vitória precisa disso ou daquilo querendo construir, à força, uma situação que permita a escolha do “ungido”.

Num processo já conhecido dos capixabas – das eleições passadas – o poder, ou muitas partes dele, se movimento para espantar qualquer fantasma de que o continuísmo seja mantido a ferro e a fogo, que os cidadãos sejam afastados não só da possibilidade de pensar a política, mas, principalmente, dela participar.

O movimento agora, e mais uma vez, se dirige contra a pré-candidatura de Iriny Lopes. Articulando os interesses de uma candidatura clandestina que para se viabilizar precisa retirar do caminho todas as pré-candidaturas que tenham capacidade própria e possibilidade de pensar e propor coisas para a cidade, sem depender dos esquemas já definidos por essa podre geopolítica dos neocoronéis.

Se voltaram contra Luiz Paulo e ele, mais uma vez resistiu. Se voltam agora contra Iriny que, espero e torço, resista também. Com certeza essas “baterias” se voltarão, novamente, contra Luiz Paulo e, até mesmo, contra Luciano Rezende.

Qual o problema da disputa? Qual o problema do debate? Qual o problema de deixar ao eleitor – a fonte do poder na democracia – a escolha final? Essas são as perguntas que devemos fazer aos subservientes, aos subjugados, mas, também e principalmente, “às mãos que balançam esse berço”, pena que a imprensa local não o faça.


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