Publicado por: blogdamariazinha | 27/04/2012

Coluna “Clássicos ou nem tanto”: Glória feita de sangue – Stanley Kubrick (1957)

Excelente filme contra a Guerra. A história se passa na Primeira Guerra Mundial, mas, na verdade, poderia ser em qualquer uma das outras tantas que já aconteceram. Direção maravilhosa de Kubrick, bem com a atuação de Kirk Douglas. Merece ser visto.

GLÓRIA FEITA DE SANGUE (1957) [Fonte: http://www.65anosdecinema.pro.br/1659-GLORIA_FEITA_DE_SANGUE_(1957)%5D
Paths of glory

Ficha Técnica
Outros Títulos:
Horizontes de glória (Portugal)
Les sentiers de la gloire (França)
Orizzonti di gloria (Itália)
Wege zum Ruhm (Alemanha, Austria)
Pais:
Estados Unidos
Gênero:
1ª Guerra Mundial
Direção:
Stanley Kubrick
Roteiro:
Stanley Kubrick, Calder Willingham, Jim Thompson
Produção:
Stanley Kubrick, Kirk Douglas, James B. Harris
Música Original:
Gerald Fried
Fotografia:
Georg Krause
Edição:
Eva Kroll
Direção de Arte:
Ludwig Reiber
Figurino:
Ilse Dubois
Maquiagem:
Arthur Schramm
Efeitos Sonoros:
Martin Müller
Efeitos Especiais:
Erwin Lange
Nota:
9.0
Filme Assistido em:
1959
Elenco
Kirk Douglas
Coronel Dax
George Macready
Gen. Paul Mireau
Adolphe Menjou
Gen. Georges Broulard
Ralph Meeker
Cabo Philippe Paris
Wayne Morris
Ten. Roget
Richard Anderson
Major Saint-Auban
Joe Turkel
Soldado Pierre Arnaud
Christiane Kubrick
Cantora alemã
Jerry Hausner
Proprietário do Café
Timothy Carey
Soldado Maurice Ferol
Bert Freed
Sgt. Boulanger
Emile Meyer
Padre Duprée
Kem Dibbs
Soldado Lejeune
John Stein
Capt. Rousseau
Harold Benedict
Capt. Nichols
Paul Bös
Major Gouderc
Wally Friedrichs
Coronel De Guerville
Leon Briggs
Capt. Sancy
Ira Moore
Capt. Renouart
Marshall Rainer
Soldado Duval
Prêmios
Prêmios Jussi, Finlândia
Jussi de Melhor Diretor Estrangeiro (Stanley Kubrick)
Sindicato dos Jornalistas Críticos de Cinema, Itália
Prêmio Fita de Prata de Melhor Diretor de Filme Estrangeiro (Stanley Kubrick)
Indicações
Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra
Prêmio de Melhor Filme
Sinopse
França, 1916 – Durante a 1ª Guerra Mundial, o Gen. Georges Broulard fala para seu Assessor, Gen. Paul Mireau, sobre seus planos para tomar uma fortificação inimiga nas próximas 36 a 48 horas. Este vai ao front para informar o plano ao Coronel Dax, comandante do 701º Regimento de Infantaria.

Ao ouvir o plano, Dax mostra-se atônito por saber que o mesmo é inviável, suicida. Mireau o ameaça de tirá-lo do comando se ele não concordar com o ataque proposto.

Dax, então, ordena ao Ten. Roget, ao cabo Paris e ao soldado Lejeune que façam um reconhecimento prévio da área. Nessa missão, Roget lança uma granada contra Lejeune, pensando tratar-se de um inimigo, e foge. Quando Paris o encontra, o acusa de covardia. Roget o ameaça de insubordinação e, em seu relatório, esconde sua responsabilidade pela morte de Lejeune.

De madrugada, Dax comanda o ataque. Como imaginava, o mesmo é um grande fracasso, com muitas baixas. Mireau, que observava as ações de longe, com um binóculo, ordena uma segunda onda de ataque, ao verificar que toda uma Companhia ainda se encontra nas trincheiras. Como os soldados não atendem à ordem, por julgarem suicida, Mireau ordena ao Capt. Rousseau que abra fogo contra suas próprias trincheiras, alegando insubordinação. Rousseau pede-lhe que a ordem lhe seja dada por escrito. Irritado, o general o ameaça com a Corte Marcial.

Não querendo admitir que o plano era inviável, Mireau anuncia a instalação de uma Corte Marcial para punir todo o Regimento por covardia.

Ao se reunir com Broulard e Mireau, Dax afirma que seus homens não são covardes. Depois de muita discussão, são escolhidos o cabo Philippe Paris e os soldados Pierre Arnaud e Maurice Ferol para serem submetidos à Corte Marcial. Durante o julgamento, Dax assume o papel de defensor dos três militares. Entretanto, como já era esperado, os acusados são condenados à morte, por fuzilamento, no amanhecer seguinte.

Poucas horas antes do fuzilamento, Dax é acordado pelo Capt. Rousseau, que lhe conta sobre a ordem de Mireau para que fosse aberto fogo contra seus próprios homens. Dax procura, logo a seguir, o Gen. Georges Broulard, a quem conta o que ouvira do Capt. Rousseau. Tal fato não altera a situação dos condenados que, na hora marcada, são fuzilados.

Em seguida, Dax junta-se aos generais Broulard e Mireau, durante o café da manhã. Na ocasião, Broulard diz a Mireau que está a par de sua ordem para que atirassem contra seus próprios homens, o que o obriga a afastá-lo do cargo e a abrir um inquérito por sua incompetência. Voltando-se para Dax, Broulard comunica-lhe que ele estará sendo promovido a general e lhe oferece o cargo que era ocupado por Mireau.

Enojado com tudo o que ocorrera, Dax rejeita a promoção oferecida.


Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: