Publicado por: blogdamariazinha | 30/03/2012

Um índice que mais engana que explica e precisa mudar de nome

Esse Indice de Gestão Fiscal da FIRJAN, a julgar a realidade dos primeiros colocados no caso do Espírito Santo, é isso aí que a foto apresenta: uma grande c.....

Fiquei espantada com o tal “Índice de Gestão Fiscal dos Municípios” elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN).

Explico porque. Quando se pensa em “Gestão Fiscal” se pensa em um uso dos recursos públicos que além de seguir os parâmetros legais prime pelo uso eficiente, eficaz e efetivo dos recursos públicos. Fazer mais, com cada vez menos, buscando atender os principais problemas da maioria dos cidadãos. Assim penso quando se fala em gestão e imagino que a maioria dos cidadãos pense alguma coisa nesse sentido.

Quando vi a lista dos municípios capixabas me deparei com alguns casos simbólicos de má gestão – de péssima gestão, na verdade – colocados nos primeiros lugares.

Lá estão: Vitória em primeiro lugar (como assim, cara pálida?0, Guarapari em segundo, Vila Velha em terceiro e Presidente Kennedy em quarto, apenas para citar os primeiros e principais casos de péssima gestão pública em nosso estado.

Todos sabemos do descalabro por que passa a prefeitura de Vitória, ficou aí devendo fornecedores, não consegue realizar obras com qualidade e preços minimamente razoáveis, boa parte das obras conta com grande aporte de verbas do governo federal, o número de servidores comissionados crescendo de forma abusiva e por aí vai. Como pode ter a primeira posição num “Índice de Gestão Fiscal”?

A mesma situação se repete – com maior ou menor similaridade – nos outros três municípios citados: Guarapari, Vila Velha e Presidente Kennedy. Esses três com o agravante de terem ainda cidadãos em grande número vivendo em péssima situação social sem nenhum tipo de intervenção por parte de suas prefeituras.

Índice de Gestão Fiscal p…. nenhuma, se querem “puxar saco” ou agradar esses “gestores” ao menos sejam honestos e arrumem um nome que não pretenda fazer empulhação com os cidadãos dessas cidades, que percebem muito bom o que anda se passando, e a situação, na verdade, demonstra uma “indigestão fiscal”.


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