Publicado por: blogdamariazinha | 14/12/2011

Uma homenagem que muito me deixa honrada, feliz e emocionada

A homenagem de ontem me deixou mais que emocionada, muito feliz e honrada. Um muito obrigado é tudo que a emoção me deixa dizer.

Na noite de ontem, como tenho feito nos últimos cinco anos, participei, junto com Laércio, do tradicional jantar de fim de ano da Transparência Capixaba. Estavam lá vários de seus associados. Não poderia deixar de citar alguns que são mais próximos na minha caminhada política dos últimos anos.

Pude me encontrar com Délio Prates, que já foi secretário-geral da Transparência Capixaba e atualmente é o seu secretário de Relações Institucionais, além de ser o atual presidente do Conselho Estadual de Ética Pública e tesoureiro da Ordem dos Advogados do Brasil – seccional Espírito Santo; pude conversar com Leonardo Barreto, primeiro secretário-geral da Transparência Capixaba e atual presidente do Conselho Deliberativo da instituição, além de, claro, promotor de justiça; pude falar com Rafael Simões, membro fundador e atual secretário-geral da organização, além de professor e historiador, pude ver e falar com tantos outros. Encontrei alguns jovens transparentes que já se preparam, num futuro breve diria, para substituir os transparentes mais “velhos”, tais como Rodrigo Rossoni e Edmar Camata.

Muito feliz, no entanto, muito honrada mesmo, pelo reconhecimento e valor que dou a essa organização, que ajudei a fundar nos idos de 2001, foi receber, nessa festa que comemorou os 10 anos de fundação, a Medalha Renato Pacheco. Além de mim, e de forma muito justa diria eu, foram homenageados o chargista Amarildo, do jornal A Gazeta, e o secretário-geral Rafael Simões.

Amarildo, nas palavras de agradecimento que pronunciou, chamou atenção para o fato de que se pudesse escolher alguém para lhe homenagear não haveria outra instituição que não a Transparência Capixaba, pelo que faz com palavras e atos, o que ele faz com sua “pena” de chargista.

Rafael Simões, homenageado surpresa, não teve palavras. Chorou com a emoção do carinho que tem pela entidade pela qual ele zela com esforço intenso, para dizer o mínimo.

Eu, como disse ontem, nas palavras de agradecimento, não consigo chorar, nunca consegui, mas meu coração, ao também ser de surpresa homenageada, transbordou de alegria e felicidade. Falei pouco, apesar de não chorar, faltaram me palavras. Reconheci a divergência que tivemos em 2003, mas ressaltei, e esse é o aspecto principal, penso eu, o respeito que tenho por esses “meninos”, pelo encontro de vontades e ideias que partilho com eles, pela admiração que nutro pela organização consistente e coerente, sem partidarismos e discursos fáceis, que eles construíram nessa década de esforço pelo bem público, pela ética e transparência pública.

Essa homenagem fecha para mim, que esse ano completei 80 anos, um ano muito bom, um ano feliz, um ano, em que apesar das dificuldades naturais da idade, me fez rever muitas conceitos, muitas ideias, mas me fez continuar acreditando que construir uma vida melhor, um país melhor, é possível, que temos, como espelham esses “meninos” da Transparência Capixaba, material humano para isso.

Como Jamelão disse muito tempo atrás, durante visita do então presidente Bill Clinton na quadra da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira, “fiquei feliz igual pinto no lixo”.

Obrigado à Transparência Capixaba. O presente que me deram com essa Medalha Renato Pacheco, esse honrado capixaba, ficará, sempre, em lugar de destaque na minha estante, na minha mente e no meu coração.


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