Publicado por: blogdamariazinha | 25/11/2011

Nem caiu o sexto ministro envolvido em corrupção e já temos o sétimo: Mário Negromonte (PP-BA), do Ministério das Cidades

Olha lá embaixo no cartaz, em sua parte direita, os nomes de Negromonte e seu filho. Eles não devem conhecer a Constituição e os princípios da administração pública do artigo 37, que fala, entre outras coisas, em impessoalidade. Agora tem coisa maior no escândalo de Cuiabá, nas obras para a Copa do Mundo de 2014.

Esse governo vai pulverizando todos os recordes de queda de ministros e de ministros acusados, com fortes evidências, de envolvimento em malfeitos (como a presidente Dilma Rousseff gosta de denominar a corrupção). É, mesmo, uma vergonha.

Agora é o ministro Mário Negromonte (PP-BA) que está na berlinda. Além de já ter sido acusado recentemente favorecer a si mesmo e ao filho na promoção da Festa do Bode, na cidade de Paulo Afonso (BA), onde seu filho será candidato a prefeito, conforme matéria da Revista Época, agora, nessa combinação de sucesso do governo Dilma, onde a impunidade leva a mais malfeitos, por parte dos “donos” dos ministérios, o senhor Negromonte, seria melhor chamar de “Brancomente”, se vê as vltas com acusação de falsificação de documento em seu ministério, por parte de um assessor especial ligado diretamente a ele, para aprovar uma proposta multimilionária em Cuiabá (MT).

A história é mais ou menos a seguinte: havia uma nota técnica, preparada pela assessoria do Ministério das Cidades, sobre a questão da mobilidade urbana na cidade de Cuiabá (MT), visando a Copa do Mundo de 2014, que orientava para a criação das chamadas BRTs (Bus Rapid Transit) e suas canaletas exclusivas de circulação de ônibus em velocidades mais altas, que é adotado, por exemplo em Curitiba (PR). Esse mesmo parecer vetava, por razões técnicas a ideia do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), sistema de trens de superfície.

Bom, eis que de repente, não mais que de repente, apareceu um parecer para mudar tudo. Parecer esses assinado pelo tal assessor do Ministro. Com isso a obra que já estava prevista para custar enormes R$ 500.000.000,00 (quinhentos milhões de reais) passou a ter previsão de R$ 1.200.000.000,00 (um bilhão e duzentos milhões de reais). “Módicos” R$ 700.000.000,00 (setecentos milhões de reais) a mais.

Seu Mario “Brancomente”, claro, nega qualquer malfeito. Típico desse governinho.


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