Publicado por: blogdamariazinha | 21/10/2011

Coluna “Clássicos ou nem tanto”: A Ponte de Waterloo – Mervyn LeRoy (1940)

Assisti, mais uma vez no canal TCM, a esse filme nesses dias. Bela, triste e maravilhosa história. Atores lindos e competentes. Robert Taylor e Vivien Leigh, como sempre muito bem. Abaixo as informações técnica, incluindo uma breve sinopse, que encontrei em site especializado. Esse é, com certeza, um clássico. Ótima pedida para um fim de semana nublado.

Ficha Técnica – Fonte: http://contosamenidadesereflexesdavida.blogspot.com/2011/09/nova-ponte-de-waterloo.html
Outros Títulos:
La valse dans l’ombre (França)
Il ponte di Waterloo (Itália)
Abschied auf Waterloo Bridge (Austria)
Pais:
Estados Unidos
Gênero:
Melodrama, 1ª Guerra Mundial
Direção:
Mervyn LeRoy
Roteiro:
Hans Rameau, George Froeschel, S. N. Behrman
Produção:
Sidney Franklin
Música Original:
Herbert Stothart
Música Não Original:
Tchaikovsky, Harry Williams, Leo Friedman e outros
Fotografia:
Joseph Ruttenberg
Edição:
George Boemler
Direção de Arte:
Cedric Gibbons
Figurino:
Gile Steele, Adrian
Efeitos Sonoros:
Douglas Shearer
Nota:
8.2

Elenco
Vivien Leigh
Myra Lester
Robert Taylor
Roy Cronin
Lucile Watson
Lady Margaret Cronin
Virginia Field
Kitty
Maria Ouspenskaya
Madame Olga Kirowa
C. Aubrey Smith
O Duque
Janet Shaw
Maureen
Janet Waldo
Elsa
Leo G. Carroll
Policial
Eleanor Stewart
Grace
Steffi Duna
Lydia
Norma Varden
Hostess do Restaurante
Virginia Carroll
Sylvia
Leda Nicova
Marie
Florence Baker
Beatrice
Margery Manning
Mary
Frances MacInerney
Violet
Indicações
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Fotografia
Oscar de Melhor Trilha Sonora
Sinopse
Em 03 de setembro de 1939, os ingleses tomam conhecimento de que estão, mais uma vez, em guerra contra os alemães.  O agora coronel Roy Cronin pára na Ponte de Waterloo e relembra o ocorrido 24 anos antes.

Voltando no tempo, ele se vê na Londres da 1ª Guerra Mundial, durante um ataque aéreo de um Zeppelin alemão LZ 38, quando ajuda uma bela jovem, Myra Lester, a se proteger num abrigo antiaéreo.  Ela é dançarina de balé.  Os dois se sentem fortemente atraídos um pelo outro.  Juntos, jantam e dançam no Clube Candlelight.  Madame Olga Kirowa, responsável pela Companhia de Balé, reclama de Myra por chegar atrasada.

Ao voltar a se encontrar com a jovem, Roy a convence a se casar com ele.  Ele pede permissão ao seu oficial superior e vai até a mansão de seu tio, o Duque, que termina por concordar.  O casal procura, então, o vigário, mas este lhes pede para que voltem às 11 horas.  Ela conta às suas colegas de balé que vai se casar.

Pouco tempo depois, entretanto, recebe um telefonema e sai correndo para a Estação Ferroviária, a fim de se despedir de Roy, que está partindo para o front francês, mas só consegue vê-lo de longe.  Ao retornar ao teatro, mais uma vez atrasada, Myra é demitida por Madame Kirowa.  Kitty, melhor amiga de Myra, reclama da atitude da Madame e é também posta para fora.

As duas amigas têm dificuldades para conseguir um novo emprego.  Myra recebe uma carta avisando-a que a mãe de Roy, Lady Margaret Cronin, que estivera trabalhando para a Cruz Vermelha, está vindo visitá-la.  Enquanto a aguarda, lê num jornal que Roy foi morto em combate.  Em estado de perplexidade, recebe a visita de Lady Margaret, que oferece sua amizade.

Ao tomar conhecimento que Kitty não está trabalhando num show, como lhe diz, e sim como prostituta, vai até a Ponte de Waterloo, onde aceita o convite de um homem para irem pra cama por dinheiro.  Assim, sem marido e sem trabalho, ela se prostitui como forma de sobrevivência.

Certo dia, na Estação de Waterloo, enquanto dá as boas-vindas a um grupo de soldados que acaba de chegar do front, ela vê Roy.  Feliz por saber que ele está vivo, contrariando o que havia sido noticiado pelos jornais, ela chora de alegria.  Prometendo nunca mais deixá-la, ele insiste para que ela o acompanhe até a casa de campo da família, a fim de apresentá-la a todos, inclusive aos amigos.  Embora não queira ir por conta de seu passado recente, por outro lado ela vê uma oportunidade para melhor contar-lhe toda a verdade.

Uma vez na mansão de campo dos Cronin, Myra é bem recebida pelo Duque e por Lady Margaret.  Algumas das famílias vizinhas, entretanto, não a vêem com bons olhos, pois gostariam de ter Roy como marido de suas filhas.  Roy e Myra dançam, enquanto alguns dos presentes fofocam.  Para dar força, o Duque a convida para uma dança.  Mais tarde, Lady Margaret a procura e pede desculpas.  Na oportunidade, Myra diz à mãe de Roy que não pode casar-se com o filho e insinua o motivo, ao mesmo tempo em que lhe pede para não contar nada a ele.  Na manhã seguinte, parte cedo da mansão, deixando um bilhete de despedida para Roy.

Inconformado, ele retorna à Londres disposto a descobrir o que aconteceu com seu grande amor e, para isso, procura Kitty.  Convencida que Roy realmente a ama, a amiga revela toda a verdade e, juntos, a procuram pelos bares noturnos da cidade.  Nesse meio-tempo, na Ponte de Waterloo, Myra chega à conclusão que não tem mais motivos para continuar vivendo.  Quando um comboio de caminhões do exército atravessa a ponte, ela se joga debaixo de um deles.


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