Publicado por: blogdamariazinha | 19/09/2011

Mortes no trânsito, mortes com drogas, mortes aos borbotões, por “tudo e por nada”: na terra da impunidade é assim, e nada acontece

A morte acompanha os brasileiros a todo instante, seja nas estradas, seja nas rodovias, ou nas esquinas e ruas de nossas cidades. A omissão de muitos agentes políticos é fator determinante para essa tragédia nacional, devem ser também responsabilizados.

A violência que atinge a sociedade brasileira desestrutura as famílias, mata os nossos jovens, condena os cidadãos de bem, poupa os criminosos.

Evidente que o problema, como já dito por especialistas, e por mim, apenas uma cidadã, já reprisado, é multifacetado, multifatorial, multicausal e por ai vai.

No entanto, faltam ao meu juízo, duas coisas fundamentais: repressão e punição. Aqui no Espírito Santo, então, nem se fala. A coisa é pra lá de feia, é horrenda, é desesperadora.

Ao Poder Executivo, coisa que não tem feito, cabe a atividade repressiva, que deve ser cotidiana, planejada, aparelhada, capacitada, inovadora e ágil. Como fazer isso se não temos policiais militares nem sequer para fazer a cotidiana atividade de repressão? Como fazer isso se temos policiais pouco preparados? Como fazer isso se temos forças policiais, conforme situações recentes ou nem tanto nos mostram, ainda com ocorrência de atividades criminosas em suas estruturas? Como fazer isso com polícias mal equipadas?

Ao Poder Judiciário, com a colaboração do Ministério Público, cumpre a atividade punitiva. Como fazer isso com membros TQQ (que trabalham terças, quartas e quintas, apenas)? Como fazer isso com processos administrativos ultrapassados? Como fazer isso sem vontade e disposição política? Como fazer isso sem querer qualificar o corpo de servidores?

Assim, enquanto os criminosos continuam impunes, a sociedade capixaba e brasileira continuará vendo a sociedade refém, os bandidos soltos, e as mortes ocorrendo nessa escala monstruosa.

Cabe exigir, cabe pressionar, cabe demandar, cabe responsabilizar por omissão todos os agentes políticos – do Poder Executivo e do Poder Judiciário – que permitem essas atrocidades e nada, ou pouco, fazem. Por isso, também, são responsáveis, não é possível e/ou aceitável que se comportem como meros comentaristas da situação, como se essa não lhes dissesse respeito.


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