Publicado por: blogdamariazinha | 19/08/2011

Dilma, está indecisa? Que nada, já escolheu o lado e só faz jogo de cena

Dilma se finge de indecisa para tentar agradar a gregos e troianos, não vai conseguir. As opções, nesse caso, são excludentes.

Realmente o governo de Dilma Rousseff, com essa mirabolante tentativa de “dar uma no cravo e outra na ferradura” parece não ter direção.

Hoje, ao dar entrevista para rádios no estado de São Paulo, comentando sobre matéria da Revista The Economist que afirma que o combate à corrupção que está acontecendo pode abalar a sua relação com a tal base aliada, a presidente afirmou que “As revistas estrangeiras não entendem de costume político no Brasil. A revista não percebe que minha base de sustentação não concorda com isso”.

Será que Dilma finge ver o que está acontecendo no Congresso Nacional, onde a sua eriçada base se contorce em malabarismos verbais para tentar dar um basta na situação, sem perceber que, na verdade, não é a presidente que está ditando a agenda do combate à corrupção e sim a imprensa e órgãos de controle.

Dilma, a indecisa, quer viver no melhor dos mundos. Para a sociedade brasileira quer passar a impressão de que está fazendo algo para combater à corrupção, quando, na verdade, está, apenas e tão somente, agindo para evitar danos maiores diante das denúncias que pululam sobre seu governo. Para os políticos de sua base aliada quer se apresentar como a sua defensora-mor, impedindo perseguições supostamente descabidas. Não vai dar. A não ser que tenha acabado o estoque de denúncias sobre o governo, o que, diante de tudo o que acontece até o momento, sinceramente, não consigo acreditar.

Tão escorada e contente com a base aliada mambembe que tem ela é e está que já, segundo o deputado Lincoln Portela (PR – MG), líder do partido na Câmara dos Deputados, solicitou o retorno do partido à base aliada. Fala sério, Dilma. Afinal, qual é a sua? Você quer mesmo combater à corrupção ou só manter a base funcionando para o retorno do chefe em 2014? Na verdade, já tomou a decisão, quer a sua base do jeito que ela é, sem questionar os motivos – que ela conhece bem, desde sua época de ministra – de seu apoio e lealdade.


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