Publicado por: blogdamariazinha | 10/08/2011

“Minha Cela, Minha Vida” e “Programa de Turismo Penitenciário”: duas novas realizações do governo Dilma

Preocupado com a situação da companheira e dos aliados, de primeira ou última hora, o governo lançou ontem os programas MInha Cela, Minha Vida e o de Turismo Penitenciário, o primeiro de longo prazo e visão estratégica, e o segundo de curto prazo, para objetivos mais imediatos.

O governo Dilma, sempre preocupado com o bem-estar da companheirada e dos aliados – de primeira ou última hora – acaba de lançar dois novos programas de cunho socioeducativo.

Sempre trabalhando com a ideia de combinar ações de curto e longo prazo, estabelecendo, assim, as condições para que as pessoas acostumem-se as novas situações, é que o governo lança esses programas.

Para o curto prazo, de modo a permitir que a companheira e aliados conheçam as instalações penitenciárias, se acostumem com as regras de funcionamento, com as instalações mais exíguas, e, sempre, a ver o sol nascer quadrado, considerando, ainda, as possibilidades de que essas pessoas tenham a necessidade futura de passar longas temporadas nessas instalações, o governo lançou ontem com grande estardalhaço, e segurança da Polícia Federal, para que nada desse errado, o Programa de Turismo Penitenciário.

Para a primeira ação efetiva foram convidados uma série de servidores do Ministério do Turismo, inclusive o senhor secretário-executivo do órgão, senhor Frederico da Costa, além de membros de organizações não-governamentais e empresas ligadas à instituição.

Ao que consta o senhor Ministro da pasta, senhor Pedro Novais, o seu padrinho, senhor José Sarney, e a ex-ministra do Turismo, a senhora “relaxa e goza” Marta Suplicy. Não entenderam o motivo de não serem convidados. Ao que parecem se julgam “merecedores de reconhecimento” e, portanto, como deveria ser para tão especiais pessoas, ter um “lugar especial” nesse programa.

Esse programa, conforme o regulamento estabelecido, permite a presença nas instalações penitenciárias – sempre com o fito da iniciação da vida carcerária – de no mínimo 5 dias e, ao que parece, não consegui confirmar com certeza absoluta, um máximo de 81 dias.

Mas, como esse, e o de seu antecessor, Lula da Silva, é um governo que pensa longe, a longo prazo, antevendo as possibilidades que se avizinham para 2012 e anos posteriores, já está desenvolvendo um programa mais duradouro, o “Minha Cela, Minha Vida”.

O “Minha Cela, Minha Vida”, reconhecendo a contribuição especial que algumas personalidades governamentais, seja do período Lula, seja do de Dilma, deram ao desenvolvimento da corrupção, da falcatrua, da improbidade e crimes correlatos, desenvolve um programa que permita a essas pessoas passarem longas temporadas atrás das grades, como convém a companheirada e aliados, com um mínimo de conforto.

Ainda se discute no governo sobre a questão das verbas orçamentárias a serem destinadas. Existe, também, uma dúvida se o programa “Minha Cela, Minha Vida” ficará vinculado ao Ministério do Turismo, ao Ministério das Cidades, ao Ministério da Agricultura ou, até mesmo ao Ministério dos Transportes, ou, a opção mais provável no presente, que dele participem esses e vários outros ministérios que ainda estão por se incorporar a tão valioso plano.

Como existe uma ampla demanda futura de participantes do programa, e considerando possíveis restrições orçamentárias por causa da crise mundial, que não sabemos ainda exatamente como irá se comportar, o governo estuda a participação dos bancos públicos e privados na execução do mesmo, além de parcerias com governos estaduais e municipais. Ao que parece temos muitos candidatos, seja aqui no Espírito Santo e em outros estados da Federação.

A companheirada e aliados que comandam estados e municípios já exigiu do governo federal, dada a relação política especial existente, começarem a participação nesse programa. Alguns, mesmo sem a divulgação dos detalhes, ao que consta, já fazem pré-inscrições.

Uma dúvida, dada a situação dos ministérios cotados para serem os participantes iniciais da coordenação do “Minha Cela, Minha Vida” é se os objetivos ousados para a construção de vagas serão atingidos até 2014 conseguirão suprir a demanda de participantes que parece ser inesgotável.


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