Publicado por: blogdamariazinha | 05/08/2011

Para acalmar a base Dilma libera um calmante de 150 milhões de reais

Com a base de Dilma no Congresso Nacional não adianta tentar calmante natural, só na base da grana mesmo. Pode vir na forma de liberação de verbas de emendas parlamentares, de cargos comissionados e do que mais rolar. Parece corrupção, e é.

A Ministra das Relações Institucionais, a “gordinha” Ideli Salvatti, anunciou em entrevista ao programa “Poder e Política – Entrevista” do Grupo Folha a liberação, na próxima semana, de R$ 150.000.000,00 (cento e cinquenta milhões de reais) de emendas parlamentares.

Assim funciona a imensa e incoerente base de apoio desse governo: cargos comissionados para os parlamentares indicarem e verbas públicas das emendas parlamentares, e sabe-se lá mais com que tipo de verbas.

Foi assim, e com o auxílio das Medidas Provisórias, que o governo Dilma conseguiu fazer com que o Congresso Nacional, especialmente a Câmara dos Deputados, onde tem uma esmagadora maioria, ficasse silenciado durante todo o primeiro semestre.

Foi assim, e com o auxílio do cargo vago de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) e promessas de algumas obras, que o governo Dilma conseguiu, até o momento, ao menos, impedir a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), no Senado, para investigar a escandalosa corrupção no DNIT.

É assim que pretende, mesmo aos trancos e barrancos, levar o seu governo “faxineiro” até o final.

Discutir com o Congresso Nacional políticas públicas não é algo que passe pela cabeça dessa presidente e de sua equipe, discutir formas de melhorar a organização e os padrões da administração pública é algo que não admitem, discutir os riscos que pairam sobre o país, resultado das dificuldades internacionais e da nossa própria armadilha cambial-inflacionária-financeira é algo que não parece ser necessário para Dilma e seu ministério.

No fundo têm – ela, a presidente, seu patrono, Lula da Silva, e seu partido, dito dos Trabalhadores – uma visão messiânica de si e seu papel, que não justifica esse “atropelos” da democracia – para eles burguesa – de discussão e debates, de falar e ouvir, de promover e aprender. Não. Eles se julgam os “caras” e não precisam de mais ninguém, desse “inconveniente” (para eles claro, que são os parlamentares) eles se livram com verbas, cargos e sabe-se lá mais o que, teve épocas (será que já passaram?) que era com “mesadas”.


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