Publicado por: blogdamariazinha | 27/07/2011

Anders Breivik, o assassino norueguês, não é ou está doido, é, isso sim, um odioso criminoso politicamente motivado

Esse é Anders Breivik, o assassino norueguês, que o senhor advogado Geir Lippestad, quer fazer passar por louco. Ele não é louco, É, isso sim, um assassino, frio e covarde, politicamente motivado.

O advogado do assassino norueguês Anders Breivik, senhor Geir Lippestad, quer nos fazer crer que o seu cliente está doido, maluco, tantã ou qualquer coisa que o valha. Não senhor, senhor Lippestad.

Talvez, fosse o senhor advogado de Hitler ou dos criminosos nazistas de Nuremberg, procuraria nos dizer a mesma coisa.

Segundo o advogado o seu cliente “é frio, vive em uma ‘bolha’ e pensa estar em guerra”.

Tal descrição não seria muito diferente da que poderia ser feita de inúmeros tiranos do século XX, inclusive e principalmente dos líderes nazistas.

Não senhor Lippestad, o seu cliente não é doido, tantã, no sentido tradicional do termo. Ele é, isso sim, motivado por uma visão política extremista – detalhada no tal manifesto de mais de mil páginas que publicou – que o fez assasinar ao menos setenta e seis pessoas a sangue frio.

Não senhor Lippestad, o seu cliente não é doido, tantã, no sentido popular do termo. Tanto isso me parece verdadeiro que ele ao supostamente pedir desculpas, a acreditarmos nas palavras do senhor, afirmou que essas mortes foram “necessárias”.

O senhor, senhor Lippestad quer, como seu legítimo direito de advogado, conseguir a menor pena possível para o seu cliente. Isso não deve acontecer, não pode acontecer.

O sistema democrático deve ser duro – no limite da lei – com aqueles que se aproveitam de brechas para atacar de forma tão grotesca e brutal os cidadãos. Não se deve tratar com nenhuma condescendência um criminoso como o seu cliente, senhor Lippestad.

Fico mais tranquilizada que a justiça norueguesa queira processar o seu cliente por crimes contra a humanidade. Isso fará com que a pena máxima – que espero lhe seja aplicada – seja de 30 anos e não de 21 se fosse julgado por crime comum.

Até mesmo 30 anos acho pouco para tão bárbaro crime. Se ele for a isso condenado, como tem 32, sairá da cadeia com 62 anos. Ainda “jovem” quando sabemos que a expectativa de vida naquele país é de pouco mais de 80 anos.

Por sorte, da sociedade norueguesa nesse caso, existe um dispositivo legal que permite, a depender de avaliação, o preso, após o tempo de prisão determinado, pode ainda ter renovada a sua prisão – indefinidamente – a cada período de cinco anos, é isso que espero que aconteça com ele. Ao meu juízo um crime tão bárbaro como esse implicaria diretamente em prisão perpétua.


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