Publicado por: blogdamariazinha | 30/06/2011

Intimidade política é assim: seis meses de governo e nem uma audiência sequer ou o caso da relação do governo Casagrande com o governo Dilma

Na época da campanha era tudo azul e só sorrisos, agora nem uma audienciazinha o governador consegue. Por que será? Deve ser porque nada de grave está afetando o nosso estado. Fala sério.

Hoje, dia 30 de junho de 2011, completamos o primeiro semestre do ano e também o mesmo período dos novos governos federal e estadual.

Uma das coisas muito apregoadas durante a campanha eleitoral de 2010 foi a relação especial que haveria entre o Espírito Santo e o governo federal, caso Dilma Rousseff e Renato Casagrande ganhassem as suas respectivas eleições.

Ganharam, democraticamente escolhidos pela maioria. Governam com o apoio da maioria dos seus respectivos parlamentos, contam com apoio ou anuência silenciosa de expressivos setores da sociedade.

O que vemos, no entanto, da apregoada relação especial entre os governos? Nada.

Na verdade, vemos que o Espírito Santo, com o perdão da expressão um pouco chula e mais abusada, está sendo ENRABADO. Assim o é.

Pesam sobre nós ameaças da ordem de R$ 7 bilhões e tudo fruto de iniciativa do governo federal ou de suas bases de apoio.

Enquanto isso, quantas audiências já teve o senhor governador com a presidente Dilma? Nenhuma.

Dilma, senhoras e senhores, já recebeu o vocalista da Banda U2, o tal Bono Vox; Dilma já recebeu Shakira; hoje, por exemplo, Dilma se cumpriu sua agenda, já recebeu o senhor Alexandre Raposo, presidente da Rede Record de Televisão. Dilma, no entanto, não recebeu o senhor Renato Casagrande.

Isso, para mim, soa muito estranho. Parece que não temos nada acontecendo, nesses 181 dias, que afete diretamente o presente e o futuro do Espírito Santo. Parece que está tudo um “céu de brigadeiro”. Mas não está; a situação está, na verdade, para tempestade, furação, maremoto ou tufão, nada de tranquilidade.

E, enquanto isso, a suposta relação especial está assim: nem ele liga pra ela, nem ela pra ele. O Espírito Santo? Fica assim, ao deus-dará.

Nos governos Lula – Paulo Hartung também essa tal relação especial nos foi prometida e só o que conseguimos foram várias visitas do presidente ao nosso estado para comer uma moquequinha e nos declarar amor eterno, agora nem visita, nem declarações, estamos sendo enrabados sem conversa nenhuma, e sem nenhuma audiência do governador com a presidente.


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