Publicado por: blogdamariazinha | 31/05/2011

Sarney, o rei da auto-bajulação, o Dorian Grey político do cerrado e o Stalin da história dos trópicos

Sarney que se acha dono do Brasil, agora quer se autobajular permanentemente e reescrever a história. Uma vergonha esse cidadão.

Esse senhor José Sarney, qual um coronel da República Velha, um verdadeiro Sinhozinho Malta de péssima qualidade, além de tudo o que já cometeu contra a população do Maranhão, do Amapá e do Brasil de modo geral, agora, quando está diante do ocaso final de sua prostituída carreira política, deu – qual um Stalin dos trópicos e um Dorian Grey político do cerrado – para querer reescrever a história e para se auto-congratular com seus supostos feitos relevantes, esquecendo – ou omitindo – todo o dissabor que já causou aos cidadãos do país, com seus embustes, seu anacronismo político, seu egocentrismo delirante e doentio.

José Sarney pensa que é escritor. Entre as sua vasta obra de inutilidades – que não li e não gostei, claro – podemos destacar os seguintes “anticlássicos” da literatura brasileira: Marimbondos de fogo, Saraminda e A duquesa vale uma missa. Como em nosso país o poder sempre consegue algum tipo de bajulação esse senhor foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, que fica agora homenageando Ronaldinho Gaúcho, o que depois de eleger sarney não chega a ser um sacrilégio, e para terror do patrono, ocupa hoje a cadeira 38, de Tobias Barreto.

Isso, no entanto, seria pouco para esse egocêntrico desmedido que para criar a sua Fundação – além de tudo o mais que tem o seu nome ou de alguém de sua família no Maranhão – ele fez com que o governo daquele pobre estado doasse para ele, para sua Fundação, não para ele, dirão os seus acólitos, o Conventos das Mercês. Tudo o que cheira a bem público ele gosta de usar para seus benefícios privados.

Mais, entretanto, sempre podemos esperar dele. Sempre existe uma carta ou ato secreto em suas mangas, que como escondem segredos. Se falasse, saberíamos mas do que se o tal fusca falasse.

Como um Dorian Grey da política, fez um pacto com os demônios do obscurantismo e do atraso, para manter ao longo desses longevos 60 anos na política o poder regional e nacional em suas sedosas mãos de escritor de banalidades repetitivas. Com isso, domina com mão de ferro e discurso de “lady”, além de um tumular sorriso, o Senado. Junto com sua trupe de “escoteiros” do mal, Renan Calheiros, Romero Jucá e Fernando Collor de Melo, mantem a Casa sob rédea curta.

Agora resolveu, por exemplo, – para reinaugurar o “túnel do tempo” do senado que o impeachment de Collor “não é marcante”, que a cassação do senador Luiz Estevão não merece uma citação, nem como o projeto que instituiu o divórcio no país, do senador Nelson Carneiro.

Relevante para esse Stalin tropical são os seus projetos e o seu juramento constitucional para assumir a presidência da República.

República que, por sinal, ele jurou defender, e que ele só faz por, aos poucos, destruir – ou ao menos tentar.


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