Publicado por: blogdamariazinha | 12/04/2011

Sarney: um demagogo que não perde o mal costume

Sarney, além de tudo, faz demagogia com a desgraça alheia. Fala em novo referendo sobre as armas, depois da tragédia do Rio de Janeiro, como se isso fosse resolver o problema da violência no país. Fora Sarney.

Esse tal de José Ribamar, mais conhecido como José Sarney, não perde o hábito de fazer uma demagogia com a desgraça alheia, de tripudiar com os brasileiros e de utilizar o aparelho público para benefícios privados.

Mês passado foi a declaração que, vindo de quem vem, só pode ser encarada como escárnio. Diante da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de não permitir a aplicação da Lei da Ficha Limpa para as eleições de 2010, o senhor José Sarney afirmou que era uma pena ou algo assim. Logo ele declarar algum tipo de simpatia pela Lei é algo que nem Eremildo, o idiota de Elio Gaspari, poderia acreditar.

Agora diante do Massacre de Realengo, ocorrido na escola do Rio de Janeiro, como é um demagogo nato e gosta de explorar a desgraça dos outros em benefício próprio, o senhor Sarney declara que vai colocar em discussão, na próxima reunião do Colégio de Líderes do Senado, um projeto de lei para convocar novo referendo sobre a questão do desarmamento, como se isso, e apenas isso, fosse esconder a incompetência do governo federal e de vários governos estaduais em ter alguma política de segurança pública nesse país.

Por fim, esse senhor que disse, iria implantar uma série de melhorias na gestão do Senado, a partir das sugestões da Fundação Getúlio Vargas, que devem estar dormitando em alguma gaveta de sua sala, implanta um sistema biométrico de ponto para os servidores do Senado, mas dispensa oito servidores, dos vinte e seis, de seu gabinete de registrarem a sua presença diária pelo sistema. Continuará a presença desses privilegiados servidores a ser atestada pelo gabinete por meio de ofício.

É inaceitável que esse senhor ocupe cargo de tamanha importância da estrutura de poder republicana de nosso país. Um cidadão com tamanha capacidade de enganar, de enrolar, de se auto privilegiar, entre outros “atributos” não pode ser o Presidente do Senado Federal. Teremos, no entanto, que aguentar a sua presença na presidência do Senado até o início de 2013 e a sua presença no Senado até o início de 2015. São quase quatro longos anos. O que será que poderemos esperar dele até lá? Nada de bom, com toda certeza.


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