Publicado por: blogdamariazinha | 10/09/2010

A banalização do mal, do dolo, do crime, da corrupção

A grande filósofa, alemã e judia, Hannah Arendt, ao falar dos judeus cunhou a expressão a banalização do mal. Marina ao falar do lulopetismo falou em banalização do dolo. Eu, ao falar do lulopetismo, acho melhor falar em banalização do mal, do dolo, do crime e da corrupção.

O jornalista Merval Pereira, em mais uma de suas ótimas colunas, faz uma análise da ação do governo Lula e do estilo petista de governar e de fazer política a partir de uma afirmação da candidata do Partido Verde à presidência da República, Marina Silva.

Marina, utilizando de uma afirmativa da filósofa Hannah Arendt, falou em banalização do dolo. Arendt, ao falar sobre os nazistas, falou em banalização do mal.

Eu, sem querer ser filósofa, muito menos candidata a presidente da República, acho que seria melhor juntar nisso, além do mal e do dolo, o crime e a corrupção.

O lulopetismo é assim. Para eles, e a sua falta de ética utilitarista extrema, os fins justificam os meios.

Os fins para eles são duplos. Para o grande público proclamam o fim de ajudar os pobres e promover o desenvolvimento do país. Na prática o fim é se perpetuar e se locupletar, ao máximo, do poder. Como diziam os antigos “quem nunca comeu melado quando come se lambuza”.

Além disso, com o seu discurso vazio e pomposo de sempre, banalizam os piores e mais agressivos atentados contra a administração pública, os direitos dos cidadãos e a Constituição ao transformar todos os escandalosos casos que aparecem em questões de polícia, querendo dizer com isso que são crimes menores, sem importância.

Gente sem ética e sem pudor, os lulopetistas prestam um grande desserviço à nossa jovem democracia. Quando eles, enfim, saírem do poder, e isso vai acontecer cedo ou tarde (eu espero que ainda esse ano), os cidadãos de bem desse país terão grande trabalho para reconstruir a administração pública nesse país com base em princípios éticos e de probidade. No meio tempo o que é possível e necessário fazer é denunciar todos os crimes que eles cometem, recorrer à justiça e lutar dentro dos parlamentos federal, estaduais e municipais, além de na imprensa e na sociedade, para impedir a banalização do mal, do dolo, do crime, da corrupção que eles tentam implementar.


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